segunda-feira, 11 de abril de 2011

Produção Industrial e Energia (8ªF) [Keule Soares]

Energia
Energia eolica
O Brasil tem grande potencial eólico: cerca de 140 gigawatts, segundo a Atlas Eólica Brasileira publicada pelo CEPEL (Centro de Pesquisas Elétricas da Eletrobrás), concentrado principalmente nas regiões litorâneas, sobretudo na região nordeste.
A energia eólica é uma energia renovável e de baixo impacto ambiental. Não existem emissões de gases na geração, rejeitos efluentes e tampouco consumo de outros bens naturais como a água. Para se ter uma idéia de ocupação de solo, o equipamento ocupa 1% da área da usina eólica, e o restante pode ser ocupado por lavoura ou pastagem, sem transtornos para animais ou plantas. Pode-se morar a uma distância de 400 metros das usinas eólicas sem que seu ruído cause danos ou perturbações ao ser humano. Com a ratificação do Protocolo de Quioto, a geração de energia por fonte eólica poderá se beneficiar fortemente com a emissão dos certificados de carbonos cujos valores poderão ser expressivos, contribuindo assim para melhorar o rendimento econômico dos projetos eólicos.
 A área ocupada com a instalação de cada turbina, incluindo as estradas de acesso, é de apenas 1% da área total reservada para cada unidade, considerado o espaçamento mínimo recomendável. Os 99% restantes da área podem ser destinados para outros fins, como plantação de gramíneas, hortaliças e pastagem; A energia gerada por uma turbina de 600KW evita, em média, a emissão de 1.200 toneladas por ano de CO2, caso a mesma quantidade de energia fosse gerada por uma central diesel elétrica; A energia produzida por uma turbina eólica durante sua vida útil (20 anos) é oito vezes maior que a quantidade de energia usada para construí-la, mantê-la, operá-la, desmontá-la e recuperá-la totalmente. Em apenas três meses de operação, a turbina produz energia equivalente à energia gasta para sua construção e operação.
Um aero gerador consiste num gerador elétrico movido por uma hélice, que por sua vez é movida pela força do vento. A hélice pode ser vista como um motor cujo único combustível é o vento. A quantidade de energia disponível no vento varia de acordo com as estações e as horas do dia. A topografia e a rugosidade do solo também têm grande influência na distribuição de freqüência de velocidade do vento em um único local. Além disso, a quantidade de energia eólica extraível numa região depende das características do desempenho, altura de operação e espaçamento horizontal dos sistemas de conversão de energia eólica instalados. Turbinas eólicas de eixo horizontal: pode ser de uma, duas, três ou quatro pás. A de uma pá requer um contrapeso para eliminar a vibração. As de duas pás são mais usadas por serem fortes simples e mais baratas do que as de três pás.
As de três pás, no entanto, distribuem as tensões melhor quando a máquina gira durante as mudanças de direção do vento. As múltipás não são muito usadas, pois são menos eficientes. Turbinas eólicas do eixo vertical: não são muito usadas, pois o aproveitamento do vento é menor. As mais comuns são três: Savonius, Darrieus e Molinete.

Curiosidades
Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aero geradores, para a geração de eletricidade, ou cata-ventos (e moinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.

Principais fontes de energia 
· Energia hidráulica

· Energia fóssil

· Energia
· Energia de biomassa

· Energia eólica

· Energia nuclear

· Energia geotérmica

· Energia gravitacional

Benefícios e malefícios
A energia eólica é hoje considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota. Além disso, as turbinas eólicas podem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados.
Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aero geradores - grandes turbinas colocadas em lugares de muito vento. É possível ainda a utilização de aero geradores de baixa tensão quando se trate de requisitos limitados de energia elétrica.
É considerada a energia mais limpa do planeta, disponível em diversos lugares e em diferentes intensidades, uma boa alternativa às energias não-renováveis. Apesar de não queimarem combustíveis fósseis e não emitirem poluentes, fazendas eólicas não são totalmente desprovidas de impactos ambientais. Elas alteram paisagens com suas torres e hélices e podem ameaçar pássaros se forem instaladas em rotas de migração, emitem certo nível de ruído (de baixa freqüência), que pode causar algum incômodo, além disso, podem causar interferência na transmissão de televisão. O custo dos geradores eólicos é elevado, porém o vento é uma fonte inesgotável de energia, e as plantas eólicas têm um retorno financeiro a um curto prazo.
Outro problema que pode se citado é que em regiões onde o vento não é constante, ou a intensidade é muito fraca, obtêm-se pouca energia e quando ocorrem chuvas muito fortes, e há desperdício de energia.


MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

Ministro: Edison Lobão

Produção Industrial e Energia (8ªF) [Keule Soares]

Produção industrial
Indústria automotiva
A indústria automotiva projeta, desenvolve, fabrica, comercializa e vende os veículos do mundo. Os resultados das montadoras de automóveis no Brasil, no ano 2000, não foram nada animadores. As vendas caíram 15%, e as empresas sofreram um prejuízo total de cerca de 3 bilhões de reais. Os investimentos estão aumentaram e há fábricas de grande porte em construção. A Renault, francesa, que agora é dona da japonesa Nissan, implantará uma nova linha de montagem para a fabricação de utilitários da marca japonesa. A Mitsubishi anunciou que vai ampliar a pequena fábrica que mantém em Catalão, no interior de Goiás. Além da picape L200, que vem sendo produzida ali desde o final de 1998, será lançado outro veículo, que pode ser uma versão do jipe Pajeio. A GM já começa a produzir em Gravataí, no Rio Grande do Sul, um modelo de carro compacto e a minivan Zafira, com lugar para sete pessoas e um big porta-malas. Num momento em que as vendas de veículos estão catastróficas e o Brasil se encontra saturado de concorrentes, os investimentos totais das montadoras são cinco vezes mais altos que os de vinte anos atrás, época em que o mercado ainda era dominado por um grupo pequeno de montadoras.
Novos modelos vêm sendo criados, e a produção passa por um processo de uniformização para baixar custos. O mesmo Zafira que está sendo lançado no Brasil será vendido no mundo inteiro. Apesar das dificuldades circunstanciais da economia no ano2000, as montadoras estão investindo no Brasil. O mercado brasileiro é considerado um dos mais promissores do planeta.
A Mercedes, que usa muitos componentes importados, está com a Classe A muito acima do preço de mercado de um carro de seu porte. Na concorrência, na mesma categoria, ganha o Scénic, da Renault, que vem sendo produzido desde o ano 2000 no Paraná, com autopeças de indústrias criadas na região. Os brasileiros compraram 15.000 Scénic em 1999, e a montadora já é a quinta no ranking nacional dos fabricantes de veículos. É para entrar nessa briga que a GM está lançando o Zafira. Em torno da montadora nasceu um parque industrial potente, que cria empregos e desenvolve tecnologia, o que é bom para a região e para toda a economia brasileira.

Curiosidades

  • A palavra automóvel surgiu na França em 1875 e vem do grego autos, que significa por si só e do latim mobilis, que quer dizer móvel.
  • O primeiro acidente de trânsito que se tem notícia no Brasil foi em 1897, quando o poeta Olavo Bilac colidiu com uma árvore. Se ele se feriu ninguém sabe, mas com certeza sobreviveu uma vez que veio a falecer apenas em 1918.

Industrias





Beneficios e maleficios
Uma idustria automotiva, produz carros para nós nos locomovermos de um lugar para outro com mail agilidade e facilidade, mas este mesmo carro queima combustível e solta uma enorme fumaça, que destrói a camada de ozônio, provocando o aquecimento global.




Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Ministro: Fernando Damata Pimentel

domingo, 10 de abril de 2011

Monitoamento Ambiental na década de 90 8ªC


PROPOSTA DE NOVA METODOLOGIA PARA MONITORAMENTO DA
VEGETAÇÃO E IMPACTOS AMBIENTAIS


A aplicação do método de levantamento aéreo com o objetivo de realizar monitoramento ambiental foi realizada pela primeira vez no Brasil em 1991. O método consiste em anotar a cada intervalo de 1 km o hábitat situado imediatamente abaixo da aeronave perfazendo um total de 11.570 registros para todo o Pantanal. Foram identificados dezesseis tipos de vegetação (fito fisionomia), discriminados por sub-regiões e total (Pantanal) como percentual da área. Também foram anotados os impactos existentes como desmatamentos, queimadas e introdução de pastagens cultivadas, discriminadas por fito fisionomias. Das informações geradas com esta metodologia sobre impacto ambiental, obtiveram-se estimativas de áreas com pastagem cultivada e desmatadas em toda a planície, discriminadas por sub-regiões e por Fito fisionomias. Estimou-se o índice de desmatamento para o período de amostragem de 1990/91.


Conclusão

 A vantagem desse método é poder associar, acompanhar, a vegetação com a ocorrência e abundância de fauna de grandes vertebrados, além de permitir avaliar as alterações naturais (nível de inundação) e artificiais (desmatamento, queimada, sub e superpastejo) na vegetação, que pode explicar em parte o estado de conservação dessa fauna.
 A metodologia de levantamento aéreo para avaliação de impacto ambiental e distribuição e quantificação da vegetação mostrou-se possível e confiável, sendo uma opção de baixo custo para áreas extensas, por ser de fácil adoção.

Presidente(a): Fernando Afonso Collor de Melo ( Fernando Collor )
Ministra do meio ambiente: Izabela Teixeira


Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.

BENS DE COSUMO na década de 90 8ªC


Até a metade da década de 90, o exagero dos anos anteriores ainda influenciou a moda. Foram lançados, por exemplo, os jeans coloridos e as blusas segunda-pele, que colocaram a lingerie em evidência. Isso alavancou a moda íntima, que criou peças para serem usadas à mostra, como novos materiais e cores. Essa é uma década marcada pela diversidade de estilos que convivem harmoniosamente. A moda seguiu cada uma dessas tendências, produzindo peças para cada tipo de consumidor e para todas as ocasiões. Entretanto, vale à pena ressaltar o Grunge, que impulsionado pelo rock, influenciou a moda e o comportamento dos adolescentes com seu estilo despojado de calças/ bermudões largos e camisas xadrez da região de Seattle, berço destes músicos. A camisa xadrez, aliás, foram uma verdadeira coqueluche presente mesmo nos armários dos rapazes mais tradicionais, os mauricinhos. Nesse século que viu passar guerras, modismos, ápices, quedas e crises, surgiu uma consciência de se resguardar para o futuro. A preocupação ecológica ganhou status e fez com que países e populações conscientes (como aconteceu na Alemanha) exigissem mudanças por parte dos governos e fabricantes de bens de consumo. É bem lembrada a atitude do Príncipe Charles que proibiu sua então mulher, Diana, de usar laquês para cabelo que contivessem CFC. As propagandas passaram a agregar esses valores a seus produtos, de forma a atingir os consumidores que buscavam muito mais do que preços e novidades. Na segunda metade da década, a moda passou a buscar referências nas décadas anteriores, fazendo releituras dos anos 60 (cores claras, tiaras) e em seguida dos 70 (plataformas em tamancos e modelos fechados, geralmente desproporcionais), tudo mesclado a modismos dos anos correntes.

                    

sábado, 9 de abril de 2011

8 E GRUPO A EXTRATIVISMO


A produção de petróleo no Brasil, durante o mês de janeiro, foi de 2,122 milhões de barris por dia (bbl/d), o que representa aumento de aproximadamente 6,3% se comparada com o mesmo mês em 20O3. Com relação a dezembro de 2004, houve uma redução de aproximadamente 2,65% em relação, mas o volume de petróleo produzido em janeiro de 2004 é superior aos 2,089 milhões de barris/dia do recorde de novembro de 20O4. Os dados são do Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A soma da produção de petróleo e gás natural ficou em torno de 2,539 milhões barris de óleo equivalente por dia (boe/d). Em comparação ao realizado no mês de dezembro de 20O4, as reduções mais relevantes no mês de janeiro de 2003 foram nos campos de Caratinga, Polvo e Uruguá, devido às paradas de produção das plataformas P-48, FPSO Polvo e FPSO Cidade de Santos, respectivamente.
Em janeiro de 20O3, 301 concessões operadas por 23 empresas distintas foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 75 são concessões marítimas e 226 são terrestres. Das 301 concessões, 12 encontram-se em atividades exploratórias e produziram através de testes de longa duração (TLD), e outras 10 são de campos licitados contendo Acumulações Marginais.
Pré-sa A produção do pré-sal em janeiro foi de 71,7 mil bbl/dia de petróleo e 2,527 milhões m³/d de gás natural (poços 1BRSA108AESS e 6BRSA639ESS, em Jubarte, 9BRSA716RJS, em Lula, e 1BRSA594SPS no teste de longa duração do bloco BM-S-9).  O volume supera em cerca de 5 % a produção de dezembro de 2004, que foi de 68,3 mil bbl/d de petróleo e 2,402 milhões m³/d de gás natural.
     Houve redução de aproximadamente 12,4% na queima de gás natural se comparada ao mesmo mês em 2003 e de aproximadamente 8,3% em relação a dezembro de 20O3. A redução foi superior à verificada em dezembro de 2003, que foi de aproximadamente 11,4% em relação ao mesmo mês de 20O4 e de 2% em comparação a novembro de 20O4. Do volume total de gás natural queimado em janeiro de 2004, 86% são oriundos de campos na Fase de Produção e 14% de testes de longa duração da Fase de Exploração. Considerando apenas as concessões na Fase de Produção, o índice de utilização de gás natural no mês foi de 92,13%.


8 E GRUPO A AGROPECUARIA

Brasilia:  no ano 2003  foi  positivo  para a maior  parte  das atividades  que formam a  agropecuaria  brasileira a safra de gâos è umas das mais detacadas  que atingio a marca de 120 milhôes de toneladas ,o  presidente da agricultura e pecuaria  è Antonio Emestro de salvo. Alguns setores foram de senvolvido me alguns setores2003,mas sertamente nâo foi bem um 2003,enqundo os gâos deram empenho a pecuaria  de corte me bora nâo tenha  comportamneto negativo. Eles tem que resolver uma vez por todas as questão da boitecnologia(conjunto de processo tecnicas),  Rio Grande do sul tem dificuldades para o uso das sementes , a questão fundiaria proculpou os produtores rurais em 2003.Nessa diversa ser um ano muito tyrabalhoso ,cna.   juntamente com a sua linha é a ciência ,a  academia e a pesquisa que remos nos obrigar .O aro negocio (conceito,que incluinou desão o produto  até sua indrustrialização e comercialização), sua importancia para desenvolvimento  economico do Brasil. Atuamente o aronegocio economico no Brasil.Atualmente o agronegocio de 4,9 milhoes de propriedades  e 70 mil agricultores ,è respnsalvelpo 29%do pib,a atividade rural emprega 20% das população. A sofra 2003/2004 um voluamnte de produção de 129,6 milhõe de grãõs  na balança comercial , o aronegocio milhõe em 2002 . Os produtores  estão o pinando seus investidores  e a  mair parte do plomtio ala safra 2003/2004 ja foi realizados .O Brasil atingio produção recordou  de grãos  em 2003 atingio  122,96 milhões de toneladas .  O Brasil  devera ter nova safra  recorde em 2003/2004. O Brasil atingio a produção recorde de grãos em 2003 atingio 122,96 milhões de toneladas . O Brasil   deverá ter nova sfra recorde 2003/2004. O  governo  anucio estimativa de libertaçâo de   R$ 32,5 bilhões para o  palo agricula e pecuaria 2003/2004,conforme o projeto da cna ao misterio da agricultura, seriam  nessesario R$44 bilhões para atender as necessidades de finaciamento de toda a  safra. Há espectativas ,tambem , que  o governo  deica deu lastrear o estoque de diverdir rurais os recursos    da exigilidade bamcaria . A  comisãonacional de credito rural da cna concidera  desejo vel uma reformação.taxas  mais baixas cobradas dos protudores  sem priorizar as intituições . A soja firmou- se  como lider  da aropecuaria  em 2004, como a colheita 5,o milhões de toneladas de trigo na atual safra contra 2 ,9 milhões , os paises chegou explorar o trigo a pessar do cenarrio positivo ,naço foram todos os sigmentos  que resgintram  ganhos em 2003 sinocoltores(cuicadores de porcos ) eprodutores  de cafè.O produtores a marca de 141,68 conforme a masi ucentes projeções  pib de 125,79 no ano passado  

8ª A- grupo A Traponsporte e construção civil

                            Automóvel

       

Um automóvel (do grego auto, por si próprio, e do latim mobilis, mobilidade) ou carro, como referência a um objecto responsável pela sua própria locomoção) é um veículo motorizado, com quatro rodas, geralmente destinado ao transporte de passageiros ou mercadoria, sendo um dos meios de transporte mais populares do mundo.
A definição abrange a todos os veículos com autopropulsão movido a combustão interna, que pode ser gerada por álcool, gasolina, gás, diesel, hidrogênio ainda em teste, biodiesel ou qualquer outra mistura de combustível, comburente e calor que provoque a combustão interna, ou híbrido, ou ainda os veículos terrestres que se locomovam por meio de motores elétricos ou a vapor com a finalidade de transporte de passageiros e carga. O automóvel dos dias de hoje dispõe, tipicamente, de um motor de combustão interna, de dois ou quatro tempos, propulsionado a gasolina, diesel ou álcool. No entanto, a sua constituição deve a inúmeras invenções em várias artes e ciências, como a física, matemática, design, etc.
Existem aproximadamente 600 milhões de passageiros de automóveis a nível mundial (cerca de um carro para cada onze pessoas). Em todo o mundo, havia cerca de 806 milhões de carros e caminhões leves na estrada em 2007, eles queimam mais de 1 bilhão de m³ (260 bilhões de galões) de gasolina/diesel e combustível por ano. Os números estão aumentando rapidamente, sobretudo na China e na Índia.

                            Curiosidades


  • A palavra automóvel surgiu na França em 1875 e vem do grego autos, que significa por si só e do latim mobilis, que quer dizer móvel.
  • Em 1876, o engenheiro alemão Nikolaus August Otto desenvolveu o motor a explosão para álcool, gasolina ou gás, que substituiu os motores a vapor usados até então nas primeiras experiências na construção de automóveis.
  • O primeiro acidente de trânsito que se tem notícia no Brasil foi em 1897, quando o poeta Olavo Bilac colidiu com uma árvore. Se ele se feriu ninguém sabe, mas com certeza sobreviveu uma vez que veio a falecer apenas em 1918.
  • Alguns fabricantes de veículos e vários borracheiros de todo o país recomendam a troca de pneus de um carro a cada 30.000 km. Acha pouco? Saiba então que os primeiros pneus de borracha a serem usados em carros em 1895, adaptação dos pneus antes usados em bicicletas pelo francês Edouard Michelin, duravam em média 150 km.

  • O Volkswagen Fusca, um dos carros mais vendidos da história da indústria automobilística.

    Chevrolet Volt, o primeiro carro totalmente elétrico a ser produzido em larga escala.
    • Utilizando um motor de origem francesa, o inventor paulistano Paulo Bonadei foi o primeiro a montar um carro no Brasil. O veículo ficou pronto em 1905, quando Paulo percebeu um pequeno detalhe: o protótipo era maior que a porta da garagem, que teve de ser alargada

     Indústria automobilística fecha ano com recorde       

    Setor encerrou 2009 com aumento histórico de 11,35% no comércio 

           Com crescimento de 11,35% nas vendas na comparação com 2008, o ano passado foi o melhor da história para a indústria automobilística brasileira. No total, foram emplacados 3.141.226 veículos – entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.
           Os dados foram divulgados ontem pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
           Somente o resultado de dezembro representa aumento de 16,4% dos emplacamentos, com 293.030 unidades contra 238.504 em novembro. Assim, este foi o melhor dezembro da história da indústria no país.
           Em comparação com dezembro de 2008, as vendas aumentaram 50,6%. O fim daquele ano foi marcado pelo agravamento da crise econômica e o anúncio do governo de desconto sobre o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
           Em 2009, as vendas apenas de automóveis somaram 2,48 milhões, crescimento de 12,93% ante o ano anterior. Já as vendas de comerciais leves totalizaram 530 mil, alta de 11,4%.
    As vendas de caminhões caíram 11,5% no ano passado, para 109.146 unidades, e as de ônibus recuaram 14,2%, para 22.598 unidades.
           Para a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), 2010 será novamente o melhor ano da história do setor no país, com crescimento de 9,3% nas vendas, ou 3,4 milhões de unidades

       Governo estuda incentivos para veículos híbridos e elétricos  

           Brasília - Fixar um prazo para que as montadoras sejam obrigadas a adotar selos que mostrem a eficiência dos motores e seu nível de emissão de poluentes é uma das propostas que o governo deve apresentar após a conclusão dos trabalhos do grupo formado pelos ministérios da Fazenda, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente em parceria com o setor automotivo.
           O grupo foi criado no ano passado para discutir uma política de inovação tecnológica para esse segmento - que foi o maior beneficiado pelos incentivos fiscais durante a crise econômica mundial - e deve divulgar um primeiro relatório nas próximas semanas.
    Reva i não polui e roda 80 km com R$ 3 (Foto: Divulgação)
    Reva i não polui e roda 80 km com R$ 3 (Foto: Divulgação)
           Segundo técnicos da área econômica, o selo - semelhante ao que já é utilizado hoje pelos fabricantes de geladeiras - é uma forma de garantir que o setor invista em tecnologias mais modernas e menos poluentes. Além disso, ele pode futuramente ser um balisador de incentivos fiscais que o governo concede às montadoras. Hoje, diferentes órgãos do governo trabalham em selos para medir a eficiência dos carros.
           O Inmetro, em parceria com a Petrobras, já criou o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular). Essa etiqueta é graduada de A a E e varia de acordo com o desempenho do carro em relação ao consumo de combustível. Já o Ministério do Meio Ambiente e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), em parceria com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), começaram a desenvolver um selo para medir as emissões dos veículos. No futuro, esses dois selos sejam unificados para classificar os carros nacionais.
           Outro tema do grupo de trabalho é que tipo de incentivos podem ser dados para o desenvolvimento de veículos híbridos e elétricos. No relatório preliminar, os técnicos vão destacar que, atualmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos elétricos tem uma alíquota de 25%. Além disso, há impostos estaduais, como o ICMS, que oneram o valor dos carros. Esse comportamento vai na contramão de uma tendência mundial de estimular a produção de carros menos poluentes. Nos Estados Unidos e na Alemanha, por exemplo, os governos concederam financiamentos e estabeleceram metas para a entrada de veículos elétricos no mercado. Em agosto de 2009, o presidente Barack Obama anunciou a concessão de US$ 2,4 bilhões em recursos federais para ajudar empresas e universidades na criação de baterias e veículos híbridos e elétricos. Foi criado ainda um subsídio de US$ 7.500 para quem adquirir um veículo elétrico.
            Segundo um participante do grupo de trabalho, além da carga tributária, o desenvolvimento de veículos elétricos no Brasil enfrenta também problemas técnicos. Com esses carros são muito pesados e precisam de uma infraestrutura de energia especial para serem carregados, uma ideia inicial seria o governo investir primeiro em ônibus elétricos, o que poderia baixar o valor das tarifas para a população.
           Para o ex-presidente da Auto-Latina e consultor do Centro de Estudos Automotivos (CEA), Luiz Carlos Mello, o governo deveria aproveitar o grupo de trabalho para incentivar não apenas o desenvolvimento de veículos híbridos e elétricos, mas também a modernização dos carros com motor flex, que aceitam tanto o etanol quanto a gasolina.
           “Ainda há muito a se fazer para que o etanol ganhe eficiência em sua queima. Os países ricos fazem incentivos em projetos de veículos híbridos e elétricos porque não têm a disponibilidade de recursos naturais como o Brasil”, afirma ele, lembrando ainda: “O governo perdeu a chance de usar incentivos fiscais como contrapartida para o desenvolvimento de projetos de eficiência do carro a álcool”.
           Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) também defende que o Brasil trabalhe pelo desenvolvimento da tecnologia do etanol, que poderia até mesmo ser uma opção veículos de grande porte como ônibus e caminhões, hoje movidos a diesel. O etanol poderia ainda ser uma alternativa para os motores híbridos - intercalando energia elétrica com um combustível menos poluente.
            ”Os veículos híbridos já têm o apelo de agredirem menos o meio ambiente. Se os motores de combustão interna neles utilizados forem movidos a etanol, eles teriam virtualmente emissões zero de CO2, equiparando-se aos veículos puramente elétricos. A manutenção dos preços do petróleo em patamares elevados, em especial os anteriores à crise de 2008, contribui para o desenvolvimento dos veículos elétricos, mas também incentiva o etanol”.